segunda-feira, 10 de junho de 2013

Trabalho curso - e-proinfo - Vilhena


Trabalho – Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”.


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
PROGRAMA NACIONAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
PROINFO INTEGRADO
CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”.
AUTOR: Wellington Moreno Couto
PROFESSORA FORMADORA: Maria da Penha Batista Kiffer
Vilhena/RO, 2013
1. INTRODUÇÃO

A era da informação chegou para ficar e assim também as suas dependências. É o acesso a informação benéfica ou prejudicial a alunos em processo de formação moral, educacional e físico?
Vivemos numa época de ênfase na informação, tais como a presença das revistas, telejornais e internet, onde é preciso estarmos sempre informados. Mas é importante lembrar que informação não é conhecimento. O conhecimento envolve o estabelecimento de relações entre informações isoladas. Se pensarmos neste sentido, muito do que é chamado do conhecimento escolar é apenas informação, desconectada: conceitos vazios, para serem memorizados e esquecidos. A informação é descartável, justamente por não ter vínculos nem com outras informações, nem com conhecimento, mas, sobretudo, por não termos com ela vínculos emocionais, Guerra (2001).

 
Existem várias criticas em relação à utilização dos computadores na escola, principalmente nos níveis da pré-escola e ensino fundamental, segundo Seltzer (1994). Para o autor, as máquinas devem ser consideradas como mero instrumento para uma porção de atividades úteis, mas que estas últimas não englobam seu uso na educação de matérias que não sejam a computação propriamente dita, pelo menos até as últimas séries do segundo grau. O autor comenta que o ensino apresenta um cenário ruim causado não pelo fator tecnológico, mas sim pelo fato de existir um inter-relacionamento humano, onde, deveria ser dado maior importância à relação aluno-professor, ou seja, para que essa relação fosse sensivelmente mais humana.
Sim o computador trouxe grandes benefícios as escolas como melhoria na qualidade da educação. Mas o que dizer daqui, nosso pequeno mundo Vilhena? Ao observar a utilização do laboratório na Escola Estadual Maria Arlete Toledo, o que se percebe é uma falta de interesse pelos educadores e uma falta de motivação dos alunos.
Por que isto? A informação parece ser pesada para os alunos, chata e dispendiosa de encontrar, como se eles tivessem que cavar muito em busca de uma pedra preciosa. Por exemplo é mais fácio dizer aos alunos “Fiquem à-vontade, usem os jogos dos computadores, ou entre neste site de jogos e façam esta atividade” do que ter algum resultado dizendo “pesquisem este tema”.
O que dizer dos professores? Será que estão preparados? Muitos professores são preconceituosos quanto ao uso de computador e internet para enriquecer sua aula, matéria – uma perda de recursos tecnológicos.
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2. JUSTIFICATIVA
(Por que vale a pena pesquisar sobre esse assunto? Qual a importância do tema? Qual a viabilidade do projeto? etc.).
O tema ‘Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”’ faz parte de uma discussão moderna para nós – Vilhena. Em outros centros já se usa largamente as tecnologias nas escolas e com grande adesão de professores. Não podemos fugir da curva do rio, não adianta lutar contra a correnteza.
Mas neste tema temos duas palavras de grande peso – ‘Domínio’ e ‘Digital’. Domino denota segundo o dicionário: “Conhecimento”, e Digital: “Dados”. Podemos dizer que é o domínio da informação, do conhecimento.
Mas o que é conhecimento? Segundo a enciclopédia Perspicaz conhecimento é ‘essencialmente, a familiaridade com fatos colhidos por experiência pessoal, observação ou estudo’.
“A INFORMAÇÃO pode gerar ansiedade devido ao sempre crescente abismo entre o que compreendemos e o que achamos que devíamos compreender. É o buraco negro entre dados e conhecimento, que ocorre quando a informação não nos diz o que queremos, ou precisamos, saber.” Assim escreveu Richard S. Wurman em seu livro Information Anxiety.
Existe ainda a questão da resistência. Alguns professores ainda acreditam que as tecnologias podem “roubar” seus postos de trabalho. Na realidade, quem “rouba” o lugar de um professor não é a tecnologia ou qualquer outro instrumento, mas, sim, um outro professor mais preparado como gestor do processo de ensino e aprendizagem, que inclui, entre outras aplicações, a utilização das tecnologias. Hoje em dia, na área da Educação, saber utilizar as tecnologias ainda é um diferencial competitivo, mas, em breve, será apenas um pré-requisito, como já acontece em outras profissões, como Arquitetura ou Engenharia (o arquiteto que não usa o computador está fora do mercado pois não é produtivo). É importante que o professor esteja consciente de que os alunos de hoje que optarem por serem professores no futuro já terão esse know-how naturalmente. Provavelmente aí esteja o “timing” da transformação do diferencial em pré-requisito.
Os desafios para realização de um trabalho eficiente em relação ao uso das tecnologias da informação e comunicação no espaço educacional são grandes, mas na mesma proporção, a utilização adequada das tecnologias representam uma oportunidade ímpar de inserir a escola como uma instituição voltada para a criação de ambientes colaborativos de aprendizagem e, consequentemente, para o desenvolvimento de habilidades que se tornem competências nos alunos. Em um mercado competitivo como o Educacional, a escola que desenvolver uma proposta eficiente e de resultados com o uso das tecnologias, certamente terá um referencial que fará a diferença.
É exatamante isto que vemos em nosso ambiente, uma abismo entre o que temos, nossos recursos e o que realmente se pode fazer com a informação.
Sem duvida para que haja benéficos precisa ter pesquisa, tornar os dados primos da infomação em informação. Mas quem é esta disposto a isto, a buscar informação e não apenas copiar e colar informações previamente concebidas de outros pesquisadores e inserirem em suas aula, trabalhos e outros?
Veja esta dados: Com patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA, o estudo comprovou que há cada vez mais infraestrutura nas escolas, mas falta formação para professores e gestores. Se por um lado, 98% dos entrevistados afirmam ter computadores funcionando nas escolas, 18% admitem que o laboratório de informática nunca é utilizado. “Ainda estamos longe de explorar as novas tecnologias como ferramentas a serviço do ensino e da aprendizagem dos conteúdos escolares”, resume Angela Dannemann, diretora executiva da FVC.
3. OBJETIVOS
Os meios de o homem moderno passar informações vão quase além de nossa compreensão. Rotativas de altíssima velocidade produzem jornais, revistas e livros. Enormes quantidades de informações podem ser obtidas por meio de apenas um clique num computador conectado à internet. Dessas e de muitas outras maneiras, a informação é transmitida de forma muito mais rápida do que se pode absorver. Essa quantidade de informação é às vezes comparada ao mar. Precisamos aprender a nadar nesse mar de informações, por assim dizer, mas não é necessário assimilar todas elas. A quantidade ilimitada de conhecimento disponível nos obriga a ser seletivos.
3.1. Objetivo Geral
2O domino da informação é importante e trás grandes aquisições a nossa vivencia. Por exemplo uma aula agradável, um conteúdo rico. Utilizar a informação não é apenas clicar aleatoriamente em sites da internet, mas ter consciência do que se esta fazendo. É esta informação relevante para minha aula, tem ela peso acadêmico? Foi feita uma boa pesquisa do tema?
3.2. Objetivos Específicos
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O Dr. Lewis Thomas escreveu: “A maior consecução de per si da ciência neste século cientificamente mui produtivo é a descoberta de que somos profundamente ignorantes; sabemos muito pouco sobre a natureza e entendemos ainda menos.”
Ampliando ainda mais este comentário considere esta ilustração, talvez, se diga que certo músico tem o dom para tocar piano. Quando toca, parece fazê-lo sem esforço. Talvez tenha certas inclinações naturais, que lhe facilitem sua habilidade musical; contudo, não devemos concluir disso que sua habilidade em tocar tenha resultado sem esforço ou que mantenha este dom sem treinar.
Assim para que tenhamos real produtividade não é em trabalho que conseguirmos implantar na cabeça de professores e alunos a importância, os benefícios do domínio digital, mas sim com treino. Se começarmos hoje, talvez em alguns anos tenhamos retorno. Além disso este treino deve ser constante. Para começarmos as oficinas oferecidas a professores, a exposição dos recursos tecnológicos poderá ser benéfica e surtira algum efeito.
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O que esta figura indica? – O objetivo do governo é utilização da tecnologia da informação em todas as disciplinas. Por não implantar isto em nosso escola. Assim visamos objetivar a implantação da tecnologia por todos os professores da escola.A final não é difícil achar na internet dicas, conteúdos e oportunidade de ensino, basta pesquisar, planejar e utilizar as informação.
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4. PROCEDIMENTOS
Divulgação na sala de professores dos recursos tecnológicos da escola. Proposta aos gestores de formação continuada, sobre o tema “ Utilização dos recursos tecnológicos, para melhoria da educação”.
5. ATIVIDADE(S) PROPOSTAS(S)
Aulas praticas mostrando como usar os recursos da escola, o laboratório de informática, o site da escola e recursos do Linux educacional para enriquecer as aulas – em qualquer disciplina.
6. RECURSOS NECESSÁRIOS
Os recursos necessários são: Laboratório de informática, Sala dos professores, Sistema Linux educancional 4.0.
7. FEEDBACK
(Escreva aqui os resultados da aplicação do seu projeto na escola. Esse é um bom lugar para colocar as fotos que você tirar na escola, aplicando o seu projeto)
8. AVALIAÇÃO FINAL
(De que forma você avalia os resultados obtidos com a realização desse projeto?).
9. REFERÊNCIAS
Para facilitar insiram hiperlinks, caso o texto seja muito grande.
*** g98 8/1 p. 5 Por que a informação pode causar ansiedade? ***
*** w93 15/8 p. 12 par. 2 Prossiga crescendo em conhecimento ***
*** w74 15/9 pp. 564-565 par. 13 Uma dádiva pessoal de Jeová ***

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