Trabalho – Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
PROGRAMA NACIONAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
PROINFO INTEGRADO
CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”.
AUTOR: Wellington Moreno Couto
PROFESSORA FORMADORA: Maria da Penha Batista Kiffer
Vilhena/RO, 2013
1. INTRODUÇÃO
A era da
informação chegou para ficar e assim também as suas dependências. É o
acesso a informação benéfica ou prejudicial a alunos em processo de
formação moral, educacional e físico?
Vivemos
numa época de ênfase na informação, tais como a presença das revistas,
telejornais e internet, onde é preciso estarmos sempre informados. Mas é
importante lembrar que informação não é conhecimento. O conhecimento
envolve o estabelecimento de relações entre informações isoladas. Se
pensarmos neste sentido, muito do que é chamado do conhecimento escolar é
apenas informação, desconectada: conceitos vazios, para serem
memorizados e esquecidos. A informação é descartável, justamente por não
ter vínculos nem com outras informações, nem com conhecimento, mas,
sobretudo, por não termos com ela vínculos emocionais, Guerra (2001).
Existem
várias criticas em relação à utilização dos computadores na escola,
principalmente nos níveis da pré-escola e ensino fundamental, segundo
Seltzer (1994). Para o autor, as máquinas devem ser consideradas como
mero instrumento para uma porção de atividades úteis, mas que estas
últimas não englobam seu uso na educação de matérias que não sejam a
computação propriamente dita, pelo menos até as últimas séries do
segundo grau. O autor comenta que o ensino apresenta um cenário ruim
causado não pelo fator tecnológico, mas sim pelo fato de existir um
inter-relacionamento humano, onde, deveria ser dado maior importância à
relação aluno-professor, ou seja, para que essa relação fosse
sensivelmente mais humana.
Sim o
computador trouxe grandes benefícios as escolas como melhoria na
qualidade da educação. Mas o que dizer daqui, nosso pequeno mundo
Vilhena? Ao observar a utilização do laboratório na Escola Estadual
Maria Arlete Toledo, o que se percebe é uma falta de interesse pelos
educadores e uma falta de motivação dos alunos.
Por que
isto? A informação parece ser pesada para os alunos, chata e dispendiosa
de encontrar, como se eles tivessem que cavar muito em busca de uma
pedra preciosa. Por exemplo é mais fácio dizer aos alunos “Fiquem
à-vontade, usem os jogos dos computadores, ou entre neste site de jogos e
façam esta atividade” do que ter algum resultado dizendo “pesquisem
este tema”.
O que dizer
dos professores? Será que estão preparados? Muitos professores são
preconceituosos quanto ao uso de computador e internet para enriquecer
sua aula, matéria – uma perda de recursos tecnológicos.
2. JUSTIFICATIVA
(Por que vale a pena pesquisar sobre esse assunto? Qual a importância do tema? Qual a viabilidade do projeto? etc.).
O tema
‘Domínio Digital, Educando para a consciência –“benefícios e danos”’ faz
parte de uma discussão moderna para nós – Vilhena. Em outros centros já
se usa largamente as tecnologias nas escolas e com grande adesão de
professores. Não podemos fugir da curva do rio, não adianta lutar contra
a correnteza.
Mas neste
tema temos duas palavras de grande peso – ‘Domínio’ e ‘Digital’. Domino
denota segundo o dicionário: “Conhecimento”, e Digital: “Dados”. Podemos
dizer que é o domínio da informação, do conhecimento.
Mas
o que é conhecimento? Segundo a enciclopédia Perspicaz conhecimento é
‘essencialmente, a familiaridade com fatos colhidos por experiência
pessoal, observação ou estudo’.
“A
INFORMAÇÃO pode gerar ansiedade devido ao sempre crescente abismo entre
o que compreendemos e o que achamos que devíamos compreender. É o
buraco negro entre dados e conhecimento, que ocorre quando a informação
não nos diz o que queremos, ou precisamos, saber.” Assim escreveu
Richard S. Wurman em seu livro Information Anxiety.
Existe
ainda a questão da resistência. Alguns professores ainda acreditam que
as tecnologias podem “roubar” seus postos de trabalho. Na realidade,
quem “rouba” o lugar de um professor não é a tecnologia ou qualquer
outro instrumento, mas, sim, um outro professor mais preparado como
gestor do processo de ensino e aprendizagem, que inclui, entre outras
aplicações, a utilização das tecnologias. Hoje em dia, na área da
Educação, saber utilizar as tecnologias ainda é um diferencial
competitivo, mas, em breve, será apenas um pré-requisito, como já
acontece em outras profissões, como Arquitetura ou Engenharia (o
arquiteto que não usa o computador está fora do mercado pois não é
produtivo). É importante que o professor esteja consciente de que os
alunos de hoje que optarem por serem professores no futuro já terão esse
know-how naturalmente. Provavelmente aí esteja o “timing” da
transformação do diferencial em pré-requisito.
Os desafios
para realização de um trabalho eficiente em relação ao uso das
tecnologias da informação e comunicação no espaço educacional são
grandes, mas na mesma proporção, a utilização adequada das tecnologias
representam uma oportunidade ímpar de inserir a escola como uma
instituição voltada para a criação de ambientes colaborativos de
aprendizagem e, consequentemente, para o desenvolvimento de habilidades
que se tornem competências nos alunos. Em um mercado competitivo como o
Educacional, a escola que desenvolver uma proposta eficiente e de
resultados com o uso das tecnologias, certamente terá um referencial que
fará a diferença.
É
exatamante isto que vemos em nosso ambiente, uma abismo entre o que
temos, nossos recursos e o que realmente se pode fazer com a informação.
Sem duvida
para que haja benéficos precisa ter pesquisa, tornar os dados primos da
infomação em informação. Mas quem é esta disposto a isto, a buscar
informação e não apenas copiar e colar informações previamente
concebidas de outros pesquisadores e inserirem em suas aula, trabalhos e
outros?
Veja esta
dados: Com patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú
BBA, o estudo comprovou que há cada vez mais infraestrutura nas
escolas, mas falta formação para professores e gestores. Se por um lado,
98% dos entrevistados afirmam ter computadores funcionando nas escolas,
18% admitem que o laboratório de informática nunca é utilizado. “Ainda
estamos longe de explorar as novas tecnologias como ferramentas a
serviço do ensino e da aprendizagem dos conteúdos escolares”, resume
Angela Dannemann, diretora executiva da FVC.
3. OBJETIVOS
Os meios de
o homem moderno passar informações vão quase além de nossa compreensão.
Rotativas de altíssima velocidade produzem jornais, revistas e livros.
Enormes quantidades de informações podem ser obtidas por meio de apenas
um clique num computador conectado à internet. Dessas e de muitas outras
maneiras, a informação é transmitida de forma muito mais rápida do que
se pode absorver. Essa quantidade de informação é às vezes comparada ao
mar. Precisamos aprender a nadar nesse mar de informações, por assim
dizer, mas não é necessário assimilar todas elas. A quantidade ilimitada
de conhecimento disponível nos obriga a ser seletivos.
3.1. Objetivo Geral
3.2. Objetivos Específicos
O Dr. Lewis
Thomas escreveu: “A maior consecução de per si da ciência neste século
cientificamente mui produtivo é a descoberta de que somos profundamente
ignorantes; sabemos muito pouco sobre a natureza e entendemos ainda
menos.”
Ampliando
ainda mais este comentário considere esta ilustração, talvez, se diga
que certo músico tem o dom para tocar piano. Quando toca, parece fazê-lo
sem esforço. Talvez tenha certas inclinações naturais, que lhe
facilitem sua habilidade musical; contudo, não devemos concluir disso
que sua habilidade em tocar tenha resultado sem esforço ou que mantenha
este dom sem treinar.
Assim para
que tenhamos real produtividade não é em trabalho que conseguirmos
implantar na cabeça de professores e alunos a importância, os benefícios
do domínio digital, mas sim com treino. Se começarmos hoje, talvez em
alguns anos tenhamos retorno. Além disso este treino deve ser constante.
Para começarmos as oficinas oferecidas a professores, a exposição dos
recursos tecnológicos poderá ser benéfica e surtira algum efeito.
O que esta
figura indica? – O objetivo do governo é utilização da tecnologia da
informação em todas as disciplinas. Por não implantar isto em nosso
escola. Assim visamos objetivar a implantação da tecnologia por todos os
professores da escola.A final não é difícil achar na internet dicas,
conteúdos e oportunidade de ensino, basta pesquisar, planejar e utilizar
as informação.
4. PROCEDIMENTOS
Divulgação
na sala de professores dos recursos tecnológicos da escola. Proposta aos
gestores de formação continuada, sobre o tema “ Utilização dos recursos
tecnológicos, para melhoria da educação”.
5. ATIVIDADE(S) PROPOSTAS(S)
Aulas
praticas mostrando como usar os recursos da escola, o laboratório de
informática, o site da escola e recursos do Linux educacional para
enriquecer as aulas – em qualquer disciplina.
6. RECURSOS NECESSÁRIOS
Os recursos necessários são: Laboratório de informática, Sala dos professores, Sistema Linux educancional 4.0.
7. FEEDBACK
(Escreva
aqui os resultados da aplicação do seu projeto na escola. Esse é um bom
lugar para colocar as fotos que você tirar na escola, aplicando o seu
projeto)
8. AVALIAÇÃO FINAL
(De que forma você avalia os resultados obtidos com a realização desse projeto?).
9. REFERÊNCIAS
Para facilitar insiram hiperlinks, caso o texto seja muito grande.
*** g98 8/1 p. 5 Por que a informação pode causar ansiedade? ***
*** w93 15/8 p. 12 par. 2 Prossiga crescendo em conhecimento ***
*** w74 15/9 pp. 564-565 par. 13 Uma dádiva pessoal de Jeová ***
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